domingo, 13 de dezembro de 2020






Tenho muito amor pelo que faço e é uma honra poder transformar placentas em terapêuticos e lembranças, assim como as joias afetivas, com placenta, leite materno e DNA. Ser apta a realizar este trabalho é a melhor coisa que me aconteceu e a cada dia descubro novas belezas nesse caminho. A placenta é um órgão extraordinariamente único. Ela cresce com o bebê desde as primeiras divisões celulares, de modo que ela pode começar seu importante trabalho de fornecer nutrição o mais rápido possível. É o elo físico direto entre a mãe e o filho e, como tal, pode até proporcionar conforto ao bebê. Eles crescem juntos, entrelaçados e conectados no útero. No momento do nascimento, a placenta mantém sua conexão com o útero o máximo possível, para continuar sustentando a vida até a chegada do bebê ao mundo exterior. Uma vez que o bebê nasce, a placenta se desprende da parede uterina e também nasce, pois não é mais útil para a mãe ou para o bebê como tinha sido durante a gravidez. No entanto, sua utilidade pode continuar para a mãe em seu 4º trimestre e além, se consumido. Hoje, a forma mais comum de consumir sua placenta é encapsulando-a.